quarta-feira, 3 de março de 2010


Lisboa…A capital Portuguesa, rainha dos oceanos.
A Baixa Pombalina é o “coração” da capital. Foi edificada sobre as ruínas da antiga cidade de Lisboa, destruída pelo grande Terramoto de 1755. A sua reconstrução obedeceu a um rigoroso plano urbanístico, obedecendo à filosofia do iluminismo. Os seus autores foram Manuel da Maia e Eugénio dos Santos e a decisão política deve-se ao Marquês de Pombal, ministro do Rei D. José I. A Baixa é também a maior zona comercial da cidade de Lisboa
Avenida da Liberdade: Esta é talvez uma das mais elegantes avenidas de Lisboa foi construída em 1879-82  inspirada nos  Campos Elísios em Paris. Inclui um Monumento aos Mortos da Grande Guerra, onde figura uma imagem de uma mulher, símbolo da República que coroa o soldado português, enquanto duas figuras “sustentam” o peso do monumento, representando o espírito de esforço e sacrifício e mantêm erguida a pátria A Avenida ainda conserva a sua elegância, com fontes e esplanadas magníficas sob as árvores. Majestosa, com 90 metros de largura e 1,5km de comprimento e pavimentos decorados com padrões abstractos em calçada portuguesa, está agora dividida por dez faixas de trânsito que ligam os Restauradores à Praça do Marquês de Pombal.
Praça dos Restauradores: No final sul da Avenida da Liberdade encontra-mos a praça dos Restauradores, que recebeu o nome em homenagem aos “restauradores” da independência Portuguesa depois da ocupação Filipina, As figuras de bronze do pedestal representam a Vitória, com uma palma e uma coroa, e a Liberdade. Os nomes e datas nos lados do obelisco são os das batalhas da Guerra da Restauração.
Rossio (praça D. Pedro IV): é uma das principais praças da Baixa, data do Sec. XIII e foi palco de diversos Autos-de-fé durante o período da inquisição. É nesta praça que podemos encontrar um dos mais importantes teatros de Lisboa, o Teatro Dª. Maria II construído em 1840. No meio da praça podemos encontrar uma estátua de bronze de D. Pedro IV.
Castelo de S. Jorge: O Castelo de São Jorge, declarado Monumento Nacional desde 1910, reflecte valores de memória e antiguidade que atestam a sua singular relevância histórica, arqueológica e arquitectónica, no contexto do património cultural nacional. Em 1147, D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, conquista o Castelo e a cidade aos mouros. De meados do séc. XIII até ao início do séc. XVI, o Castelo conhece o seu período áureo. Transforma-se em Paço Real, ampliam-se os espaços antigos, constroem-se outros novos, instala-se o rei, a corte, os serviços do tombo, recebem-se personagens ilustres, nacionais e estrangeiras, assiste-se à primeira peça de Gil Vicente. Com a transferência da residência real e da corte para a baixa da cidade, os terramotos de 1531 e 1755, e o retomar da função militar e de outras novas, vai-se acentuando a descaracterização do Castelo e do Paço Real pelas sucessivas construções que o vão escondendo dos olhares.
Largo Camões – Este pequeno largo é considerado a transição entre o Chiado e o Bairro alto, e serve de homenagem ao grande poeta português, Luís Vaz de Camões.
Igreja de São Roque:






Referencia Bibliográfica:
Michelin Guide, Portugal and Madeira, vários autores,

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