Jardins
Parque eduardo vii


O Parque Eduardo VII situa-se no extremo norte da Avenida da Liberdade, mesmo por trás da Praça Marquês do Pombal. Originalmente designado Parque da Liberdade, foi rebaptizado com o nome do Rei de Inglaterra que veio a Lisboa em 1903 para reafirmar a aliança Anglo-Portuguesa. Detentor de excelentes vistas sobre a cidade, é frequentemente palco de exposições, concertos e da Feira Anual do Livro.
Neste espaço pode encontrar o Pavilhão dos Desportos, construído em 1932 - hoje conhecido como "Pavilhão Carlos Lopes" em honra do atleta português com esse nome -, alguns lagos, estátuas, uma impressionante escultura concebida por João Cutileiro em honra da Revolução do 25 de Abril e o Clube VII com court de ténis, ginásio, piscina e restaurante.
E o Óscar vai para... (consegue ouvir o rufar dos tambores?)... a Estufa Fria! Esta estufa é um verdadeiro museu verde, onde plantas e flores dos cinco continentes crescem harmoniosamente sob um tecto que regula a temperatura do ar e a intensidade da luz. Foi construída em 1930 e fornece aos que a visitam a tão procurada paz de espírito e uma purificação dos sentidos, num cenário encantado com lagos, pequenas fontes e estátuas.
Neste espaço pode encontrar o Pavilhão dos Desportos, construído em 1932 - hoje conhecido como "Pavilhão Carlos Lopes" em honra do atleta português com esse nome -, alguns lagos, estátuas, uma impressionante escultura concebida por João Cutileiro em honra da Revolução do 25 de Abril e o Clube VII com court de ténis, ginásio, piscina e restaurante.
E o Óscar vai para... (consegue ouvir o rufar dos tambores?)... a Estufa Fria! Esta estufa é um verdadeiro museu verde, onde plantas e flores dos cinco continentes crescem harmoniosamente sob um tecto que regula a temperatura do ar e a intensidade da luz. Foi construída em 1930 e fornece aos que a visitam a tão procurada paz de espírito e uma purificação dos sentidos, num cenário encantado com lagos, pequenas fontes e estátuas.
Esta área encontra-se dividia em três zonas diferentes: a estufa original, a estufa quente e a estufa doce. Na primeira (que é também a mais fresca) encontra uma vegetação extraordinária que, em conjunto com a construção em que está inserida (ferro e tiras de madeira), o presenteia com cenários magníficos; a estufa quente, coberta de vidro, mostra-lhe espécies que precisam de uma atmosfera mais quente para sobreviver; e a estufa doce, que de doce tem pouco, é o território de diversas espécies de cactos... atençao a onde põe os pés!
Jardim Golbenkian


Possui uma área de 9 ha.[1]. Situa-se na Avenida de Berna, perto da Praça Espanha, nas imediações da Fundação Calouste Gulbenkian.
A Fundação Calouste Gulbenkian é uma instituição portuguesa fundada em 1956 que desenvolve as mais variadas actividades no campo cultural, e também no campo da investigação científica e do ensino, com delegações nacionais e internacionais.
O Parque, ou Jardins, da Fundação Calouste de Gulbenkian em Lisboa alberga a sede da fundação bem como outros serviços como o importante o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão com o Museu, a Biblioteca de Arte, um Grande Auditório, espaços para exposições temporárias, uma zona de congressos e uma zona de restauração e esplanada.
Construídos na década de 60 do século XX, numa antiga quinta de recreio, que no século XVIII constituía uma das portas da cidade, em homenagem a Calouste Gulbenkian, os Jardins ocupam uma área de aproximadamente 7,5 hectares, albergando espaços únicos de cultura, lazer, beleza e paz de espírito, fazendo deles um dos grandes oásis da grande Lisboa.
Projectados pelos muito conceituados arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto, os jardins foram planeados em colaboração com os arquitectos que trabalharam nos arrojados edifícios da fundação: Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy Athouguia.
Este espaço único alberga um lago e vegetação característica Portuguesa, a par de outras espécies naturais do mundo, complementado com um interessante conjunto de estatuária, um anfiteatro ao ar livre, palco das mais diversas actividades, e com diversos passeios pedonais que permitem novas descobertas a cada instante.
O Parque, ou Jardins, da Fundação Calouste de Gulbenkian em Lisboa alberga a sede da fundação bem como outros serviços como o importante o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão com o Museu, a Biblioteca de Arte, um Grande Auditório, espaços para exposições temporárias, uma zona de congressos e uma zona de restauração e esplanada.
Construídos na década de 60 do século XX, numa antiga quinta de recreio, que no século XVIII constituía uma das portas da cidade, em homenagem a Calouste Gulbenkian, os Jardins ocupam uma área de aproximadamente 7,5 hectares, albergando espaços únicos de cultura, lazer, beleza e paz de espírito, fazendo deles um dos grandes oásis da grande Lisboa.
Projectados pelos muito conceituados arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto, os jardins foram planeados em colaboração com os arquitectos que trabalharam nos arrojados edifícios da fundação: Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy Athouguia.
Este espaço único alberga um lago e vegetação característica Portuguesa, a par de outras espécies naturais do mundo, complementado com um interessante conjunto de estatuária, um anfiteatro ao ar livre, palco das mais diversas actividades, e com diversos passeios pedonais que permitem novas descobertas a cada instante.
Jardim do Príncipe real

Longa é a história do local onde se encontra o jardim do Príncipe Real, remonta ao século XV onde o local conhecido como Alto da Cotovia deu lugar a um palácio e só termina por volta 1830 quando de construiu-se então um jardim com características românticas, segundo uma traça datada de 1853 e designada por Praça do Príncipe Real em 1859. Nos anos 50, foi chamada por Largo de D. Pedro V; e entre 1911 e 1919, de Praça Rio de Janeiro, tendo retomado o seu nome em homenagem ao filho primogénito de D. Maria II.
Com serviço de café, esplanada, wc, parque infantil e mesas de merendas bem próximo do bairro alto aqui fica uma inspiração para um passeio de família ou quem sabe só a dois.
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Jardim de belém

http://galerias.escritacomluz.com/sandraf/JardimTropical
O Jardim da Torre de Belém é um jardim situado em Lisboa.Possui uma área de 4,7 ha.[1] Encontra-se na Avenida de Brasília, junto à Torre de Belém. Foi construído em 1940, por ocasião da Grande Exposição do Mundo Português.[2]
| Construídos por altura da Grande Exposição do Mundo Português em 1940, destaca-se pelos seus amplos relvados, à beira do Tejo, proporcionando agradáveis momentos de descanso ou de passeios, sejam a pé, de bicicleta ou de patins. Destaque para o hidroavião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, monumento comemorativo da Iª Travessia Aérea do Atlântico Sul. |
| Localização Avenida Brasília - Lisboa 1400-038 LISBOA Distrito: Lisboa Concelho: Lisboa Freguesia: Santa Maria de Belém |
Estufa fria´
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&client=firefox-a&hs=6vv&rls=org.mozilla:pt-PT:official&channel=s&q=estufa%20fria&oq=&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi
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Jardim botanico
http://images.google.pt/images?um=1&hl=pt-PT&client=firefox-a&rls=org.mozilla%3Apt-PT%3Aofficial&channel=s&tbs=isch%3A1&sa=1&q=jardim+botanico+de+lisboa&aq=0&oq=Jardim+botanico&start=0
| Plantas incluindo briófitos, líquenes e fungos de Portugal, do resto da Europa, de outros continentes e de ilhas Atlânticas, do Índico e do Pacífico constituem o espólio deste museu, cujas colecções históricas remontam ao século XVIII, coligidas em expedições e viagens em África, Brasil, Ásia e Timor. O Jardim Botânico tem uma área de 4 ha onde se observam espécimes vegetais oriundos de diversas partes do Mundo, entre as quais sobressaem Cicadácias, Gimnospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais. Sementes de espécies raras e ameaçadas são preservadas no Banco de Sementes. O Jardim Botânico representa um património de inegável interesse do ponto de vista histórico, cultural e científico. É sua missão contribuir para o conhecimento científico de plantas e fungos, da sua biodiversidade, conservação, propondo métodos de gestão do ambiente. O Jardim Botânico deve ainda permitir a aproximação da sociedade a plantas e fungos – base da vida na terra – proporcionando o aumento da literacia científica das comunidades, sendo um local único para a divulgação e formação científicas. | |
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http://www2.iict.pt/jbt/
Alameda D.afonso Henriques
http://wikimapia.org/304114/pt/Alameda-D-Afonso-Henriques
http://jardinsdigitais.cm-lisboa.pt/index.php?id=1180
A Alameda D. Afonso Henriques é um jardim em Lisboa. Foi construído em homenagem ao primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Tem pouco mais de cinco hectares, e é constituído por um pequeno jardim no topo sul, estendendo-se depois em dois grandes tabuleiros relvados dividos pela Avenida Almirante Reis; no topo norte está situado o Instituto Superior Técnico. A separar o jardim dos tabuleiros relvados está a Fonte Luminosa, uma das maiores obras monumentais do Estado Novo.
É aqui que se cruzam a linha vermelha e linha verde do metro de Lisboa. A estação chama-se Alameda.
Campo Mártires da pátria
O Campo dos Mártires da Pátria, coloquialmente Campo Mártires da Pátria ou na sua forma anterior, mas ainda popular, Campo de Santana ou Sant'Ana, é um arruamento da freguesia da Pena em Lisboa.
É um espaço carregado de história, situado na zona central de Lisboa, que serviu de matadouro no século XVI e que conheceu vários usos ao longo dos últimos dois séculos, como sejam uma praça de touros, de 1831 a 1891, a realização da Feira da Ladra, de 1835 a 1882 e ainda um mercado de hortaliças, em meados do século XIX.
Em 1795 foi inaugurado o Chafariz do Campo de Santana alimentado pela Galeria de Santana, uma das galerias de distribuição pela cidade da água proveniente do Aqueduto das Águas Livres. O chafariz foi mais tarde desmontado.
Em 1879, o antigo Campo de Santana passou a designar-se Campo dos Mártires da Pátria em memória do enforcamento no local, no dia 18 de Outubro de 1817, dos 11 companheiros de Gomes Freire de Andrade suspeitos de conspiração contra o general Beresford, presidente da Junta Governativa.
Actualmente é uma larga área ajardinada com cerca de 2,6 ha de área. A metade sul é ocupada pelo Jardim Braancamp Freire (Campo de Santana), tendo no extremo a estátua homenageando o Dr. Sousa Martins e o edifício da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, que ocupa o local da antiga praça de touros.
O Campo dos Mártires da Pátria, em conjunto com as suas vizinhanças de interesse histórico, artístico ou pitoresco nas freguesias dos Anjos, Coração de Jesus, Pena e São José, foi classificado pelo Decreto n.º 2/96, de 6 de Março, do Ministério da Cultura, como Imóvel de Interesse Público (cf. planta de delimitação).
Freguesia(s): Pena Lugar, Bairro: Ruas Afluentes: Rua Gomes Freire
Largo do Mitelo
Largo do Mastro
Alameda de Santo António dos Capuchos Área: 26.000 m2 Nomeação: 11 de Julho de 1879 Homenageado(s): Gomes Freire de Andrade e os seus 11 companheiros Designação anterior: Campo do Curral
Campo de Santana

Quinta das conchas
http://estrelaseouricos.sapo.pt/nbsp/tabid/233/newsid702/1016/mid/702/QUINTA-DAS-CONCHAS/language/en-US/Default.aspx
http://webserver.cm-lisboa.pt/pmonsanto/EV_qcl.htm
Jardim zoológico
http://www.zoo.pt/precos.aspx
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=15337&distritoid=11
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