quarta-feira, 3 de março de 2010

Jardins

Jardins



Parque  eduardo  vii


O Parque Eduardo VII situa-se no extremo norte da Avenida da Liberdade, mesmo por trás da Praça Marquês do Pombal. Originalmente designado Parque da Liberdade, foi rebaptizado com o nome do Rei de Inglaterra que veio a Lisboa em 1903 para reafirmar a aliança Anglo-Portuguesa. Detentor de excelentes vistas sobre a cidade, é frequentemente palco de exposições, concertos e da Feira Anual do Livro.

Neste espaço pode encontrar o Pavilhão dos Desportos, construído em 1932 - hoje conhecido como "Pavilhão Carlos Lopes" em honra do atleta português com esse nome -, alguns lagos, estátuas, uma impressionante escultura concebida por João Cutileiro em honra da Revolução do 25 de Abril e o Clube VII com court de ténis, ginásio, piscina e restaurante.

E o Óscar vai para... (consegue ouvir o rufar dos tambores?)... a Estufa Fria! Esta estufa é um verdadeiro museu verde, onde plantas e flores dos cinco continentes crescem harmoniosamente sob um tecto que regula a temperatura do ar e a intensidade da luz. Foi construída em 1930 e fornece aos que a visitam a tão procurada paz de espírito e uma purificação dos sentidos, num cenário encantado com lagos, pequenas fontes e estátuas.
Esta área encontra-se dividia em três zonas diferentes: a estufa original, a estufa quente e a estufa doce. Na primeira (que é também a mais fresca) encontra uma vegetação extraordinária que, em conjunto com a construção em que está inserida (ferro e tiras de madeira), o presenteia com cenários magníficos; a estufa quente, coberta de vidro, mostra-lhe espécies que precisam de uma atmosfera mais quente para sobreviver; e a estufa doce, que de doce tem pouco, é o território de diversas espécies de cactos... atençao a onde põe os pés!

Jardim Golbenkian


O Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian é um jardim situado em Lisboa.
Possui uma área de 9 ha.[1]. Situa-se na Avenida de Berna, perto da Praça Espanha, nas imediações da Fundação Calouste Gulbenkian.

A Fundação Calouste Gulbenkian é uma instituição portuguesa fundada em 1956 que desenvolve as mais variadas actividades no campo cultural, e também no campo da investigação científica e do ensino, com delegações nacionais e internacionais.

O Parque, ou Jardins, da Fundação Calouste de Gulbenkian em Lisboa alberga a sede da fundação bem como outros serviços como o importante o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão com o Museu, a Biblioteca de Arte, um Grande Auditório, espaços para exposições temporárias, uma zona de congressos e uma zona de restauração e esplanada.

Construídos na década de 60 do século XX, numa antiga quinta de recreio, que no século XVIII constituía uma das portas da cidade, em homenagem a Calouste Gulbenkian, os Jardins ocupam uma área de aproximadamente 7,5 hectares, albergando espaços únicos de cultura, lazer, beleza e paz de espírito, fazendo deles um dos grandes oásis da grande Lisboa.
Projectados pelos muito conceituados arquitectos paisagistas Gonçalo Ribeiro Teles e António Viana Barreto, os jardins foram planeados em colaboração com os arquitectos que trabalharam nos arrojados edifícios da fundação: Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy Athouguia.

Este espaço único alberga um lago e vegetação característica Portuguesa, a par de outras espécies naturais do mundo, complementado com um interessante conjunto de estatuária, um anfiteatro ao ar livre, palco das mais diversas actividades, e com diversos passeios pedonais que permitem novas descobertas a cada instante.



Jardim do Príncipe real


Longa é a história do local onde se encontra o jardim do Príncipe Real, remonta ao século XV onde o local conhecido como Alto da Cotovia deu lugar a um palácio e só termina por volta 1830 quando de construiu-se então um jardim com características românticas, segundo uma traça datada de 1853 e designada por Praça do Príncipe Real em 1859. Nos anos 50, foi chamada por Largo de D. Pedro V; e entre 1911 e 1919, de Praça Rio de Janeiro, tendo retomado o seu nome em homenagem ao filho primogénito de D. Maria II.

Com serviço de café, esplanada, wc, parque infantil e mesas de merendas bem próximo do bairro alto aqui fica uma inspiração para um passeio de família ou quem sabe só a dois.
 
No século XV este local era conhecido por Alto da Cotovia, onde, em finais do século XVII, o filho do marquês de Alegrete - João Gomes da Silva Teles, projectou a construção de um palácio, depois abandonado e ficando em ruínas, sendo em 1740 a lixeira do Bairro Alto.
Estas terras foram então vendidas à Companhia de Jesus, cujos padres limparam o local e mandaram construir o Colégio das Missões, depois destruído com o terramoto de Lisboa, de 1755.

Aí se iniciou a nova Sé Patriarcal, mas sofreu um incêndio que a destruiu, ficando ao abandono. Por volta de 1789, o visconde de Vila Nova de Cerveira sugeriu o aproveitamento destas ruínas para a construção do Real Erário, a Tesouraria Central do Reino, mas cujas obras se tornaram tão dispendiosas que o projecto acabou por ser esquecido em 1797.

Em 1830 era um local de entulho, que a Câmara mandou limpar para ali colocar uma praça. Construiu-se então um jardim com características românticas, segundo uma traça datada de 1853 e designada por Praça do Príncipe Real em 1859. Nos anos 50, foi chamada por Largo de D. Pedro V; e entre 1911 e 1919, de Praça Rio de Janeiro, tendo retomado o seu nome em homenagem ao filho primogénito de D. Maria II.

Em 1861 iniciaram-se os trabalhos de terraplanagem da praça; em 1863 a Companhia das Águas terminou a construção do Reservatório de Água da Patriarcal que, para além, de abastecer o jardim fazia a ligação com diversos chafarizes de Lisboa: Século, Loreto e S. Pedro de Alcântara.

Em 1869 promoveu-se à iluminação e ajardinamento do local, segundo projecto do jardineiro João Francisco da Silva. O jardim com um área de 1,2 ha, foi concebido segundo o gosto romântico inglês e organizado à volta de um grande lago octogonal com repuxo. Nele se destacam várias espécies arbóreas, salientando-se o enorme cedro-do-Buçaco, o ex-libris da praça, com 20 metros de diâmetro. Possui canteiros de recorte simétrico com plantas e flores multicolores e pequenos arbustos. Oficialmente designado Jardim França Borges em 1915 quando ali colocaram um busto dedicado a este jornalista republicano em sua homenagem.

Localização
Praça do Príncipe Real - Lisboa
1250-184 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Mercês
Contactos

MAIS INFORMAÇÃO

Serviços disponíveis: Tem esplanada, restaurante, biblioteca itinerante, lavabos e um jardim infantil. Destacam-se três antigos quiosques.
Em Novembro de 2006 este jardim passou a fazer parte da rede de Jardins Digitais de Lisboa, onde é possivel navegar sem fios e sem pagar, através da criação de pontos de acesso (hotspots) em locais públicos, financiados por três empresas de Novas Tecnologias da Informação.

Jardim de belém

http://galerias.escritacomluz.com/sandraf/JardimTropical
O Jardim da Torre de Belém é um jardim situado em Lisboa.
Possui uma área de 4,7 ha.[1] Encontra-se na Avenida de Brasília, junto à Torre de Belém. Foi construído em 1940, por ocasião da Grande Exposição do Mundo Português.[2]
Construídos por altura da Grande Exposição do Mundo Português em 1940, destaca-se pelos seus amplos relvados, à beira do Tejo, proporcionando agradáveis momentos de descanso ou de passeios, sejam a pé, de bicicleta ou de patins. Destaque para o hidroavião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, monumento comemorativo da Iª Travessia Aérea do Atlântico Sul.

Localização
Avenida Brasília - Lisboa
1400-038 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Santa Maria de Belém



Estufa fria´
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&client=firefox-a&hs=6vv&rls=org.mozilla:pt-PT:official&channel=s&q=estufa%20fria&oq=&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi

A Estufa Fria foi construída em 1930 sobre uma antiga pedreira, onde existia abundante água proveniente de uma nascente. Actualmente, é um belo viveiro natural de vegetação exótica, de diferentes regiões como: China, Coreia, África, Austrália, Brasil, Antilhas, Peru e México. Podemos também observar a parte envidraçada da estufa, que designadamente se chama Estufa Quente, essencial para plantas que necessitam de mais calor e humidade. Porém, a visita só fica completa quando observados os pequenos lagos, o jardim de cactos com várias espécies, o viveiro com peixes de água doce, os regatos, cascatas e nichos, o viveiro natural com vegetação exótica com espécies raríssimas e a estatuária existente.

Localização
Parque Eduardo VII - Lisboa
1070-099 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: São Sebastião da Pedreira
Contactos
Telefone ver mais
213882278
Fax ver mais
218170245
URL ver mais

MAIS INFORMAÇÃO

Horário de Funcionamento: De Abril a Setembro das 09:00 às 18:00; de Outubro a Março das 09:00 às 17:00
Observações: ENCERRADA TEMPORARIAMENTE PARA OBRAS
Serviços disponíveis: Instalações sanitárias e grande salão onde são realizados inúmeros eventos.
Em Novembro de 2006 este jardim passou a fazer parte da rede de Jardins Digitais de Lisboa, onde é possivel navegar sem fios e sem pagar, através da criação de pontos de acesso (hotspots) em locais públicos, financiados por três empresas de Novas Tecnologias da Informação.


Jardim botanico
http://images.google.pt/images?um=1&hl=pt-PT&client=firefox-a&rls=org.mozilla%3Apt-PT%3Aofficial&channel=s&tbs=isch%3A1&sa=1&q=jardim+botanico+de+lisboa&aq=0&oq=Jardim+botanico&start=0

Plantas incluindo briófitos, líquenes e fungos de Portugal, do resto da Europa, de outros continentes e de ilhas Atlânticas, do Índico e do Pacífico constituem o espólio deste museu, cujas colecções históricas remontam ao século XVIII, coligidas em expedições e viagens em África, Brasil, Ásia e Timor.
O Jardim Botânico tem uma área de 4 ha onde se observam espécimes vegetais oriundos de diversas partes do Mundo, entre as quais sobressaem Cicadácias, Gimnospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais. Sementes de espécies raras e ameaçadas são preservadas no Banco de Sementes.
O Jardim Botânico representa um património de inegável interesse do ponto de vista histórico, cultural e científico. É sua missão contribuir para o conhecimento científico de plantas e fungos, da sua biodiversidade, conservação, propondo métodos de gestão do ambiente. O Jardim Botânico deve ainda permitir a aproximação da sociedade a plantas e fungos – base da vida na terra – proporcionando o aumento da literacia científica das comunidades, sendo um local único para a divulgação e formação científicas.



http://www.jb.ul.pt/
http://www2.iict.pt/jbt/

Alameda D.afonso Henriques
http://wikimapia.org/304114/pt/Alameda-D-Afonso-Henriques
http://jardinsdigitais.cm-lisboa.pt/index.php?id=1180
A Alameda D. Afonso Henriques é um jardim em Lisboa. Foi construído em homenagem ao primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Tem pouco mais de cinco hectares, e é constituído por um pequeno jardim no topo sul, estendendo-se depois em dois grandes tabuleiros relvados dividos pela Avenida Almirante Reis; no topo norte está situado o Instituto Superior Técnico. A separar o jardim dos tabuleiros relvados está a Fonte Luminosa, uma das maiores obras monumentais do Estado Novo.
É aqui que se cruzam a linha vermelha e linha verde do metro de Lisboa. A estação chama-se Alameda.

Campo Mártires da pátria

O Campo dos Mártires da Pátria, coloquialmente Campo Mártires da Pátria ou na sua forma anterior, mas ainda popular, Campo de Santana ou Sant'Ana, é um arruamento da freguesia da Pena em Lisboa.
É um espaço carregado de história, situado na zona central de Lisboa, que serviu de matadouro no século XVI e que conheceu vários usos ao longo dos últimos dois séculos, como sejam uma praça de touros, de 1831 a 1891, a realização da Feira da Ladra, de 1835 a 1882 e ainda um mercado de hortaliças, em meados do século XIX.
Em 1795 foi inaugurado o Chafariz do Campo de Santana alimentado pela Galeria de Santana, uma das galerias de distribuição pela cidade da água proveniente do Aqueduto das Águas Livres. O chafariz foi mais tarde desmontado.
Em 1879, o antigo Campo de Santana passou a designar-se Campo dos Mártires da Pátria em memória do enforcamento no local, no dia 18 de Outubro de 1817, dos 11 companheiros de Gomes Freire de Andrade suspeitos de conspiração contra o general Beresford, presidente da Junta Governativa.
Actualmente é uma larga área ajardinada com cerca de 2,6 ha de área. A metade sul é ocupada pelo Jardim Braancamp Freire (Campo de Santana), tendo no extremo a estátua homenageando o Dr. Sousa Martins e o edifício da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, que ocupa o local da antiga praça de touros.
O Campo dos Mártires da Pátria, em conjunto com as suas vizinhanças de interesse histórico, artístico ou pitoresco nas freguesias dos Anjos, Coração de Jesus, Pena e São José, foi classificado pelo Decreto n.º 2/96, de 6 de Março, do Ministério da Cultura, como Imóvel de Interesse Público (cf. planta de delimitação).

Freguesia(s): Pena Lugar, Bairro: Ruas Afluentes: Rua Gomes Freire
Largo do Mitelo
Largo do Mastro
Alameda de Santo António dos Capuchos Área: 26.000 m2 Nomeação: 11 de Julho de 1879 Homenageado(s): Gomes Freire de Andrade e os seus 11 companheiros Designação anterior: Campo do Curral
Campo de Santana Campo Santana 05.JPG


Quinta das conchas

http://estrelaseouricos.sapo.pt/nbsp/tabid/233/newsid702/1016/mid/702/QUINTA-DAS-CONCHAS/language/en-US/Default.aspx
http://webserver.cm-lisboa.pt/pmonsanto/EV_qcl.htm

Jardim zoológico

http://www.zoo.pt/precos.aspx
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=15337&distritoid=11
O Jardim Zoológico de Lisboa conta com uma das melhores colecções animais do mundo (mais de 2000 animais de cerca de 350 espécies diferentes) e apresenta, nos dias de hoje, um vasto conjunto de atracções que proporcionam aos seus visitantes momentos de lazer e diversão inesquecíveis.
Este espaço foi originalmente inaugurado em 1884 em São Sebastião da Pedreira, graças à ideia de José Thomaz Sousa Martins e Pedro Van der Laan e ao incentivo do Rei D. Fernando II. Só em 1905 é que o Jardim Zoológico de Lisboa se mudou para a sua actual localização na Quinta das Laranjeiras, tendo beneficiado do talento do arquitecto Raul Lino que desenhou vários espaços para alguns animais.

Actualmente, para além de cuidar dos seus animais, o Jardim Zoológico de Lisboa também pretender incentivar a conservação das espécies e educar toda a população infantil, juvenil e em geral sobre a preservação das espécies animais e do seu habitat natural.

Tem como principais atracções: Baía dos Golfinhos, Parque Arco-Íris, Teleférico, Reptilário, Quintinha, Alimentação de Leões-marinhos e de Pelicanos, Apresentação de Aves em vooo Livre - Bosque Encantado- e Répteis - Cobras e Lagartos- tudo num Bilhete Único.

Localização
Estrada de Benfica 158-160 - Lisboa
1549-004 LISBOA
Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Freguesia: Benfica
Contactos
Telefone ver mais
217232920
Fax ver mais
217232921
URL ver mais

MAIS INFORMAÇÃO

Período de funcionamento: Todo o ano.
Acessibilidade de deficientes motores: Acessibilidade fácil
Acessos: Metro: Jardim Zoológico (linha azul); Comboio: Sete-Rios (Linhas de Sintra, Azambuja, Évora, Beja e Fertagus); Bus: 16, 31, 54, 70, 701, 726, 746, 755, 758, 768;
Dia(s) de Encerramento: Não encerra
Horário de Funcionamento: Verão - 10h00 às 20h00
Inverno - 10h00 às 18h00
Serviços: Restaurante, Café/Bar, Parque de estacionamento, Lojas, Parque de Merendas, Serviços Educativos, Visitas Guiadas e o Animax: Parque de Atracções.
Observações: As bilheteiras encerram 1h15 antes do fecho do Parque





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